quinta-feira, 30 de maio de 2019

Criminalização da homofobia

Do Blog do Fernando Sansão

Progressismo de Curral, ou: como a criminalização da homofobia é um retrato retumbante da nossa derrota

terça-feira, 21 de maio de 2019

Bolsonaro ou Mourão? Eis a questão!


Texto que vai ao ar na TV nos países escandinavos na próxima sexta-feira, no Öppna Kanalen
– Tradução (via Google; original, em inglês, abaixo):
👉 “Nos últimos dias, o Brasil foi às ruas para defender a educação pública.
Na semana passada, professores de escolas e universidades, funcionários dessas instituições, bem como estudantes de todas as idades, saíram às ruas para protestar contra os planos do governo de cortar o orçamento da educação pública em inacreditáveis 30%.
Multidões se reuniram nas partes centrais de cada cidade grande brasileira e até das menores.
No Brasil, a maior parte do ensino superior, bem como praticamente toda a pesquisa, são desenvolvidos em universidades públicas.
Há universidades privados, é claro.
Mas elas cobram mensalidades relativamente caras e, o que é ainda pior, proporcionam, em troca, uma aprendizagem de qualidade muito baixa.
Ao longo do século XX, as universidades públicas no Brasil foram fundamentais para o desenvolvimento do país, fornecendo mão de obra qualificada para os setores privado e público.
De 1930 a 1980, ou seja, por 50 anos, o Brasil foi o país cuja economia mais cresceu em todo o mundo.
E essa história de sucesso dependeu, em grande parte, da qualidade das universidades públicas brasileiras, que forneciam não apenas mão-de-obra qualificada, mas também estudos de desenvolvimento, planejamento e pesquisa tecnológica.
O corte orçamentário proposto pelo governo praticamente inviabilizaria o sistema público.
Cortes orçamentários anteriores já tinham feito com que bolsas de pós-graduação, para mestrado, doutorado e pós-doutorado (CAPES/ CNPq), fossem suspensas por quase metade do ano passado.
Imagine se esse orçamento, que já estava longe de ser suficiente, fosse cortado em mais 30%, como o governo planejava?
Bem, confrontados com essa perspectiva, as pessoas disseram “não”.
E grandes multidões tomaram as ruas em 15 de maio para dizer “basta”.
As manifestações foram um enorme sucesso e até a mídia conservadora, de direita, mostrou apoio às mesmas.
O que foi…
… um tanto quanto inesperado.
Mas provou o que alguns especulavam: o todo o poderoso monopólio da mídia, a TV Globo, de fato retirou seu apoio ao presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.
*
Um grande político brasileiro, já falecido, um patriota das fileiras da esquerda tradicional, nacionalista, chamado Leonel Brizola, o único indivíduo na História do Brasil a ser eleito governador de dois estados brasileiros diferentes – o Rio Grande do Sul na década de 1960 e o Rio de Janeiro nas décadas de 1980 e 1990 –, uma vez formulou frase famosa em relação à TV Globo:
(paráfrase com adaptações)
“Na política, se as coisas não estiverem claras em determinado momento, de forma que você não tenha muita certeza sobre como proceder quando confrontado com um grande dilema político, há uma maneira fácil de chegar à resposta certa: fique de olho na TV Globo. Qualquer que seja o lado para o qual a TV Globo esteja inclinada, esse é, com certeza, o lado errado. Então, se a TV Globo é favorável a alguma coisa, você deve ser totalmente contra. Se a TV Globo é contra alguma outra coisa, então você deve apoiar essa última com entusiasmo!”
Nós aqui no Duplo Expresso apelidamos essa fórmula de “regra de ouro do Brizola”.
“De ouro” porque ela – nunca, nunca mesmo – falha!
Então, embora nós, obviamente, apoiemos o movimento que tomou as ruas para defender o sistema público de educação do Brasil, ficamos muito desconfiados do apoio inesperado da TV Globo ao mesmo.
E desconfiados também das razões que podem estar por trás disso.
Tornando toda essa situação ainda mais paradoxal, a TV Globo vem historicamente, de forma reiterada, defendendo cortes nos orçamentos das universidades públicas!
E até sugeriu, mais de uma vez, privatiza-las completamente!
Então… a TV Globo de repente mudou de ideia?
Bem, na verdade, não.
Parece que a Globo TV quer que o atual Vice-Presidente do Brasil, o ex-General aposentado Hamilton Mourão, intervenha e torne-se, ele, o Presidente.
E, a bem da verdade, a TV Globo não está sozinha nesse movimento estratégico.
A TV Globo é, como sabemos todos, inimiga jurada do Partido dos Trabalhadores, de esquerda, o Partido do ex-presidente Lula.
Surpreendentemente, porém, a TV Globo agora se encontra, na questão de apoiar a investidura do General Mourão como Presidente, na companhia de – muitos – membros da oposição, incluindo alguns do…
– … Partido dos Trabalhadores!
A TV Globo, com os seus estreitos laços com a “Operação Lava Jato”, é a responsável pela injusta condenação criminal e a prisão do ex-presidente Lula no ano passado, o que o levou a não poder concorrer novamente à Presidência, frustrando mais da metade dos eleitores, que queria votar nele.
E, no entanto, a TV Globo e os membros do Partido dos Trabalhadores estão agora do mesmo lado, compartilhando o desejo de ver o General Mourão, o atual Vice-Presidente, como Chefe de Estado e Chefe de Governo.
Não nos leve a mal: nós, aqui no Duplo Expresso, também queremos que o atual Presidente Jair Bolsonaro saia. E o quanto antes!
Nós, na verdade, vimos dedicando todos os nossos esforços nesse sentido.
Bolsonaro é um péssimo presidente. Um que tem sido especialmente duro para os muitos pobres do país e que avilta a soberania brasileira quase a ponto de não retorno, tendo vindo a se tornar, de forma humilhante, o poodle sul-americano do presidente americano Donald Trump.
No entanto, não há razão para acreditar que o General Mourão seria diferente.
E, novamente, diante de tal dilema político, voltamos nós à regra de ouro de Brizola:
“Se a Globo quer alguma coisa, seja contra!”
Nesse dilema específico, ou seja, “escolher entre Bolsonaro e Mourão”, pensamos que observamos tal regra áurea quando dizemos em resposta:
– Nenhum dos dois!
Bolsonaro deve, de fato, deixar o cargo.
O mais cedo possível.
Mas ele deveria fazê-lo da maneira como entrou: junto com o general Hamilton Mourão – sua alma gêmea ideológica que agora finge ser um “estadista moderado” para atrair os tolos.
E, também, os não tão “tolos” assim, como a TV Globo e os indivíduos no Partido dos Trabalhadores que traíram o seu fundador, o injustiçado ex-Presidente Lula.
Aliás, o ex-governador Brizola tem outra frase famosa:
“A política ama a traição…
… mas despreza os traidores!””

quarta-feira, 15 de maio de 2019

FHC e a subserviência ao EUA


Conforme revelado pelo Wikileaks, coisa já conhecido por muitos de nós, FHC se mantêm como o representante de Washington no Brasil fazendo sempre o papel de leva e trás para o Deep State norte-americano. E busca de qualquer forma apoio para o então candidato à presidência pelo PSDB José Serra que abandonou o governo do estado de São Paulo mesmo tendo prometido que não o faria.

Instituto FHC e as relações Brasil x EUA

No intuito de garantir o apoio de Tio Sam para o então candidato à presidência pelo PSDB, o ex-presidente brasileiro aceitou o convite do ex-embaixador norte-americano no Brasil, o Sr. Clifford Sobel que serviu como embaixador entre os anos de 2006 à 2009. Esse convite  serviu para que ambos discutissem sobre a importante participação do Think Tank (IFHC) o instituto comandado por Cardoso, que reúne pensadores destacados do Brasil com a intenção de analisar questões ligadas às políticas públicas do país.

FHC tratou de deixar em evidência que Brasil e Estados devem estreitar ainda mais as suas relações, pois, existem muitos itens que possibilitam um maior aprofundamento das relações bi-laterais, como por exemplo os fatores energéticos (petróleo principalmente), biocombustíveis, mudança climática (Amazônia), combate ao narcotráfico, cooperação no G20, cooperação em defesa e novos esforços em segurança alimentar.

Mas, ressalta FHC, que somente com a saída de Lula da presidência esse bi-lateralismo poderá avançar, pois, Lula não possui o interesse em articular as reformas necessárias para que tais relações possam atingir novos patamares, já que nesse momento o Brasil está se tornando internacionalmente proeminente devido principalmente ao multilateralismo das relações internacionais praticado pelo governo petista.

JOSÉ SERRA E AS ELEIÇÕES DE 2010

O ex-presidente avaliava na época, que o candidato José Serra teria grandes chances de ganhar as eleições de 2010, mas precisa melhorar seu "currículo" nas questões internacionais, por isso, a necessidade de realizar várias viagens visando principalmente a Europa, China e EUA. E ainda, FHC estaria disposto a incentivar um encontro entre Serra e a cúpula do governo norte-americano, assim que Serra deixasse o governo do estado de São Paulo.

Para agradar ainda mais ao Tio Sam, FHC assegurava que Serra era muito menos simpático ao ex-presidente da Venezuela, o líder da Revolução Bolivariana Hugo Chávez. Para exemplificar esse argumento, Cardoso cita o discurso do ex-chanceler de seu próprio governo o embaixador Celso Lafer proferido no Senado brasileiro se posicionando de forma contrária à adesão da Venezuela ao Mercosul. Além do mais, a nota do governo norte-americano divulgada pelo Wikileaks destacava que Serra tinha passado pelo exílio no Chile, devido ao regime militar no Brasil, mas que também havia estudado e lecionado nas Universidades de Princeton e Cornell.

Cardoso não se furtou em dizer que o IFHC seria um aliado importante para estreitar as relações entre o ex-governador e os principais interlocutores dos EUA. Quanto será que custou para o Brasil esse serviço? 



 

     

     

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Alcântara, o ministro astronauta e o crime de responsabilidade


Por Samuel Gomes*, para o Duplo Expresso
No dia 28 de março, em audiência pública conjunta das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e de Ciência e Tecnologia (CCT), o jovem aposentado[1] ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, afirmou que o acordo com os EUA para uso da base de Alcântara trará inúmeras vantagens ao Brasil, dentre as quais uma receita anual inicial de US$ 3,5 bilhões, com expectativa de que chegue a US$ 10 bilhões em 2040:
Como é que é esse mercado? Aí que vêm os números importantes. Esse mercado, atualmente tem aproximadamente US$350 bilhões – o mercado de lançamento movimenta aproximadamente US$350 bilhões no mercado global.
                                         (Intervenção fora do microfone.)
O SR. MARCOS PONTES – Bilhões de dólares. E de dólares! Imagina, é um valor grande. Se nós pegarmos só 1% desse valor, US$3,5 bilhões por ano, no nosso Centro – a gente está sendo muito modesto; 1% só de todo o mercado –, a gente consegue colocar, ou produzir, no nosso Centro, uma parcela aí de US$3,5 bilhões. Dá para ver que isso dá para mudar a vida de muita gente, de toda aquela comunidade do entorno também. E esse mercado cresce, e ele vai crescer cada vez mais. Em 2040, a expectativa é que chegue a US$1 trilhão por ano, e isso significa US$10 bilhões por ano, ou seja, em 1% só[2].
Mas não é verdade. O mercado mundial de lançamento de satélites está longe de movimentar US$ 350 bilhões anualmente. O número a que faz referência o ministro inclui satélites, produtos e serviços dos quais o Brasil não verá um centavo. O número real da renda que o acordo de Alcântara trará ao Brasil varia segundo as fontes da informação. Pode ser de US$ 8,88 bilhões, segundo relatório da Report Buyer[3], ou de US$ 4,6 bilhões, conforme divulgou o portal especializado Telesíntese[4]. A renda de Alcântara seria 1,3% do valor divulgado cara a cara com os senadores para obter deles o apoio ao acordo com os EUA. Ou seja, a cifra astronáutica apresentada pelo ministro seria, na realidade, 76 vezes maior do que a real. Sendo ele Ministro de Estado, responsável pela área, não pode alegar que incorrer em engano, erro ou desinformação. Trata-se da mais alta autoridade com responsabilidade para saber do que fala. Logo, não é um erro involuntário, mas uma mentira deliberada. Corrobora esta conclusão a evidência de que a apresentação de cifras inflacionadas (nesse caso muito inflacionadas) poderia induzir o Parlamento a aprovar o acordo sob a ilusão provocada pelos dados falsos.
E se alguém tiver dúvida da intencionalidade dolosa, basta fazer a clássica e infalível pergunta que nos ensina o Direito Romano: cui prodest? A quem interessa? Certamente, beneficia ao governo que o ministro integra, à sua própria manutenção no cargo e aos interesses econômicos e geopolíticos que patrocinam o projeto que os EUA buscam há anos, em vão, impor ao Brasil. Ao povo brasileiro não beneficia. Tanto que o acordo em bases praticamente idênticas, assinado em 18/04/2000, sob o nada saudoso governo de FHC, não conseguiu vencer a resistência dos argumentos e dos fatos que honrados brasileiros e brasileiras lhe opuseram na Câmara dos Deputados, tendo sido ao final retirado pelo governo e arquivado[5].
Crime de responsabilidade
Ao mentir para o Congresso Nacional, o ministro cometeu crime de responsabilidade. O art. 50 da Constituição Federal prevê:
Art. 50. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, ou qualquer de suas Comissões, poderão convocar Ministro de Estado ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República para prestarem, pessoalmente, informações sobre assunto previamente determinado, importando crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada.
§ 1º Os Ministros de Estado poderão comparecer ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados, ou a qualquer de suas Comissões, por sua iniciativa e mediante entendimentos com a Mesa respectiva, para expor assunto de relevância de seu Ministério.
§ 2º As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal poderão encaminhar pedidos escritos de informações a Ministros de Estado ou a qualquer das pessoas referidas no caput deste artigo, importando em crime de responsabilidade a recusa, ou o não – atendimento, no prazo de trinta dias, bem como a prestação de informações falsas.
A interpretação sistemática do artigo conduz à conclusão de que ministro mentir (prestar informação falsa) perante uma Comissão do Senado Federal (no caso, perante duas Comissões em reunião conjunta) é crime de responsabilidade. Afinal, se é crime de responsabilidade mentir em resposta a pedido escrito de informações de órgão do Congresso Nacional (CF, art. 50, § 2º), não é lógico excluir a ilicitude quando a falsidade seja cometida pela expressão oral (art. 50, § 1º). No caso, a mentira foi escrita e falada, porque o ministro leu a falsidade escrita e representada graficamente numa apresentação PowerPoint (quadros 14, texto, e 15, gráfico).
O Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público Federal e a cidadania
O crime de responsabilidade leva ao impeachment do ministro. Quem deve processá-lo e julgá-lo? O Supremo Tribunal Federal, porque se trata de crime de responsabilidade autônomo e não crime conexo com infração de mesma natureza do presidente da República, hipótese em que seria julgado pelo Senado Federal (CF, art. 52, I), mediante autorização da Câmara dos Deputados (CF, art. 51, I).
Quem pode requerer ao Supremo Tribunal Federal o processamento e julgamento do Ministro? Ante a natureza criminal da infração e o caráter de ação penal pública, somente o Ministério Público Federal (CF, art. 129, I). O que podem os cidadãos fazer a respeito na esfera jurídica? Conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal, representar ao Ministério Público dando notícia do cometimento do crime de responsabilidade do ministro[6].
As outras pernas da mentira astronáutica
A mentira com perna mais curta (evidente e imediatamente aferível) é a relativa à abissal diferença entre o que o ministro disse ao Senado que serão as vantagens financeiras do acordo com os EUA para o uso da Base de Alcântara e a realidade numérica dos fatos. Mas, como uma centopeia prestidigitadora, o sorridente ministro astronauta não se conteve na audiência pública: ex-orbitou repetidamente o território da ética pública e do respeito ao Congresso Nacional, a Casa do Povo.
Um artigo do blog Disparada lançou luz sobre algumas das pernas da mentira em artigo que recomendo (O que de fato está por trás do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os EUA?), mas uma simples leitura da apresentação do ministro em PowerPoint é suficiente para identificar outras falsidades.
Para tanto, convido os brasileiros que amam o Brasil a resistir a mais um ato de clara afronta aos interesses nacionais, de violação da soberania popular e desprezo pelas prerrogativas do Congresso Nacional. Não podemos, nesta hora, fazer cara de paisagem. Que a cidadania se levante, que a Nação se ponha de pé! E que o Congresso Nacional rejeita este pérfido acordo com os EUA!

Notas:
[2] Notas taquigráficas da audiência pública – https://www25.senado.leg.br/web/atividade/notas-taquigraficas/-/notas/r/8317 Esta afirmação do ministro pode ser vista em vídeo editado pelo canal O Progressista, o primeiro a denunciar o caso: Ministro Marcos Pontes MENTE em relação à base de Alcântara – https://youtu.be/qQqXgDUxsPA
[3] The space launch services is estimated to be USD 8.88 billion in 2017 and is projected to reach USD 27,8 billion by 2025, at a CAGR of 15,01% https://www.prnewswire.com/news-releases/the-space-launch-services-market-is-estimated-to-be-usd-888-billion-in-2017-and-is-projected-to-reach-usd-2718-billion-by-2025-at-a-cagr-of-1501-300580334.html
[4] Setor de telecomunicações por satélite cresceu 3% no mundo em 2017 http://www.telesintese.com.br/setor-de-telecomunicacoes-por-satelite-cresceu-3-no-mundo-em-2017/
[5] Ficha de tramitação do PDC 1446/2001 (AST firmado em 18/04/2000) – https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=36249

Fontes:
Requerimento n. 0010/2019, de autoria dos senadores Eliziane Gama (PPS – MA) e Marcos do Val (PPS – ES), de convite para comparecimento do Ministro na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional – https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=7929132&ts=1554141861062&disposition=inline
Requerimento n. 0007/2019, de autoria do senador Chico Rodrigues (DEM – RR), Vice-líder do Governo, convite para comparecimento do Ministro na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e na Comissão de Ciência e Tecnologia https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=7930459&ts=1553861946462&disposition=inline
A apresentação (vídeo) do Ministro na audiência pública conjunta das Comissões de Relações Exteriores e de Ciência e Tecnologia – http://legis.senado.leg.br/comissoes/reuniao?reuniao=8317&codcol=1363
A apresentação (PowerPoint) do Ministro na audiência pública conjunta das Comissões de Relações Exteriores e de Ciência e Tecnologia https://tinyurl.com/y6238f69
Senadores presentes à audiência pública – http://legis.senado.leg.br/comissoes/reuniao?reuniao=8317&codcol=1363
Exploração comercial da base de Alcântara poderá render US$ 3,5 bilhões, informa Ministro
https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2019/03/exploracao-comercial-da-base-de-alcantara-podera-render-u-3-5-bilhoes-informa-ministro
Ministro Marcos Pontes explica acordo com EUA para uso comercial da Base de Alcântara – https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2019/03/ministro-marcos-pontes-explica-
Ministro Marcos Pontes MENTE em relação à base de Alcântara – https://youtu.be/qQqXgDUxsPA
Ficha de tramitação do PDC 1446/2001 (AST firmado em 18/04/2000) – https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=36249
O que de fato está por trás do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os EUA? https://portaldisparada.com.br/politica-e-poder/acordo-de-salvaguardas-tecnologicas-eua/
Setor de telecomunicações por satélite cresceu 3% no mundo em 2017 http://www.telesintese.com.br/setor-de-telecomunicacoes-por-satelite-cresceu-3-no-mundo-em-2017/
The space launch services is estimated to be USD 8.88 billion in 2017 and is projected to reach USD 27,8 billion by 2025, at a CAGR of 15,01% https://www.prnewswire.com/news-releases/the-space-launch-services-market-is-estimated-to-be-usd-888-billion-in-2017-and-is-projected-to-reach-usd-2718-billion-by-2025-at-a-cagr-of-1501-300580334.html

*Samuel Gomes é professor, advogado, mestre em Filosofia do Direito e comentarista do Duplo Expresso

Caetano Veloso um camaleão da música universal,

Caetano Veloso é uma das figuras mais emblemáticas e influentes da cultura brasileira. Nascido em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, em ...