Após décadas de um vácuo jurídico que permitia a exploração desenfreada em águas internacionais, o mundo celebra hoje os avanços operacionais do Tratado do Alto-Mar (oficialmente conhecido como Tratado BBNJ - Biodiversity Beyond National Jurisdiction). O acordo, considerado o mais importante pacto ambiental desde o Acordo de Paris, estabelece finalmente uma "constituição" para as águas que não pertencem a nenhum país. O Que está em Jogo? O Alto-Mar compreende todas as áreas oceânicas localizadas além das 200 milhas náuticas (cerca de 370 km) da costa. Embora cubra quase metade da superfície da Terra e abrigue uma biodiversidade vasta — de baleias migratórias a microrganismos de fossas abissais —, menos de 1% dessas águas estava sob proteção efetiva até então. Os Três Pilares da "Vitória Azul" O tratado foca em pontos críticos para frear a degradação marinha: Santuários Oceânicos: A criação de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) em águas internacionais, essenciai...
Cúpula do BRICS: Pepe Escobar discute a próxima cúpula do BRICS no Brasil em julho, mencionando os desafios de preparar a agenda em um curto período de tempo. Ele também observa o entusiasmo da Tailândia como parceira do BRICS.
ResponderExcluirTrump e Zelensky: Escobar analisa a mudança na relação entre Trump e Zelensky, com Trump cortando gastos na Ucrânia e transferindo custos para os europeus. Ele destaca a psicologia de Zelensky lidando com a oposição de Trump e as implicações financeiras da guerra na Ucrânia.
Estratégia de Trump: A estratégia de Trump envolve transferir o custo da guerra para os europeus, aumentando os gastos da OTAN e forçando os países europeus a se rearmarem. Isso inclui um plano para a Europa gastar 800 bilhões de euros em rearmamento.
Russofobia na Europa: Escobar explora as raízes históricas da russofobia nas elites europeias, remontando aos tempos antigos e continuando através de vários conflitos históricos. Ele também aborda o desejo ucraniano de se alinhar com a Europa em vez de ser visto como eslavo.
Nova Ordem Internacional: A discussão se volta para a emergente nova ordem internacional, com Escobar prevendo uma nova Ialta entre Putin, Trump e Xi Jinping. Ele enfatiza o declínio da influência europeia e a possibilidade de desmoronamento da OTAN e da União Europeia 17.
Saída dos EUA da OTAN: Escobar discute a potencial saída dos EUA da OTAN sob Trump, descrevendo-a como um processo lento e gradual. Ele observa que o novo poder imperial americano não vê mais necessidade de defender a Europa de uma ameaça inexistente.