Menina palestina chora de fome ao não conseguir encher o prato em distribuição de comida em Gaza.

Quase 14 mil bebês palestinos podem morrer devido ao bloqueio à ajuda humanitária — um número proporcional a cerca de 1,4 milhão de bebês no Brasil. Relatórios da ONU denunciam a situação de fome extrema que assola Gaza, provocada pela violência imposta por Israel e Estados Unidos. A política de fome e negação de assistência médica está matando silenciosamente civis em Gaza. Apenas nas últimas 24 horas, 26 palestinos, incluindo 9 crianças, perderam suas vidas como parte da estratégia da ocupação israelense de atacar civis por meio do cerco e da fome. Idosos e crianças enfrentam a morte em hospitais que deixaram de funcionar, em meio a um genocídio que já dura mais de 19 meses. Após mais uma noite sangrenta e devastadora, marcada pelo uso de cinturões de fogo para destruir casas e tendas, a deputada israelense de extrema-direita Tally Gotliv (anteriormente referida como Tzvi Sukkot, possivelmente erro de identificação) declarou com frieza: “O mundo agora está acostumado a ver 100 pessoas mortas em uma única noite em Gaza.” As crianças palestinas enfrentam uma realidade marcada por pobreza, guerra, bloqueio, fome, perda de familiares, destruição de lares e ausência total de segurança e estabilidade. O trauma resultante provoca efeitos profundos e duradouros: transtornos psicológicos graves, como TEPT complexo, dificuldades na formação de vínculos, autopercepção negativa, hipervigilância e uma sensação constante de desamparo. A economia de Gaza foi destruída. Escolas, hospitais e toda a infraestrutura estão em ruínas. A população enfrenta até mesmo a escassez de necessidades básicas, como água potável, eletricidade e moradia. Sanções e declarações de repúdio da comunidade internacional têm se mostrado insuficientes para deter o genocídio promovido por Israel. É necessário que os países rompam relações com esse Estado. É preciso romper o silêncio, denunciar esse genocídio e exigir o fim imediato do cerco, o cessar-fogo e a garantia dos direitos fundamentais ao povo palestino.

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